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RESENHA: A Cabana – William P. Young

4 Ago

 Edição: 1

 Editora: Sextante

 ISBN: 9788599296363

 Ano: 2008

 Páginas: 236

 Skoob: Livro

 Sinopse: A filha mais nova de Mackenzie Allen Philip foi raptada durante as férias em família e há evidências de que ela foi brutalmente assassinada e abandonada numa cabana. Quatro anos mais tarde, Mack recebe uma nota suspeita, aparentemente vinda de Deus, convidando-o para voltar àquela cabana para passar o fim de semana. Ignorando alertas de que poderia ser uma cilada, ele segue numa tarde de inverno e volta a cenário de seu pior pesadelo. O que encontra lá muda sua vida para sempre. Num mundo em que religião parece tornar-se irrelevante, “A Cabana” invoca a pergunta: “Se Deus é tão poderoso e tão cheio de amor, por que não faz nada para amenizar a dor e o sofrimento do mundo?” As respostas encontradas por Mack surpreenderão você e, provavelmente, o transformarão tanto quanto ele.

Quem não duvidaria ao ouvir um homem afirmar que passou um fim de semana inteiro com Deus e, ainda mais, em uma cabana? Principalmente naquela Cabana.

O livro conta a história de Mack, que vive sobre a A Grande Tristeza, desde o desaparecimento da filha, Missy. Mack sente-se culpado pelo desaparecimento da filha e com consegue fazer nada para mudar esse sentimento, na verdade ele chega a se sentir confortável com toda essa dor, porque ele acredita que Deus, está o castigando por fatos de seu passado. Mack vai á igreja, mas tem um amplo relacionamento com Deus, enquanto que o relacionamento de Deus com sua esposa Nan, é sólido e profundo. Mack e Nan tem cinco filhos, John, Tyler, Josh, (Katherine Kate) e Melissa ou como eles carinhosamente a chamam, Missy.

Mack é extremamente inteligente, e seus assuntos prediletos, são Deus e a Criação e porque as pessoas acreditam em determinadas coisas.

Após receber um estranho bilhete, supostamente enviado por Papai. Papai era o modo carinhoso como Nan tratava Deus, mas Mack não se sentia tão confortável para chamá-lo de Papai. Mack decide voltar á Cabana, ao local de seus maiores pesadelos e medos. Para encarar sozinho, insanamente quem quer que estivesse brincando com a cara dele. Com a picape do amigo Wille, Mack dá um jeito de tirar Nan e as crianças de casa, sem contar a Nan seu planejado, Mack segue viagem. Para o começo de sua transformação.

Uffa! Caramba, Meu Deus do Céu! rs Que estória. Mackenzie Allen Phillips, fora muito maltratado pela vida, em um ato de loucura e revolta acaba fazendo uma grande besteira, em sua adolescência e ele acha que de alguma Deus está ocastigango pelo desaparecimento de sua filha o que ele não percebe é que ele acaba se privando de alguns prazeres e com isso toda sua família sofre junto.

Eu fiquei pensando sobre o que falar deste livro. Eu terminei de ler hoje e senti uma paz uma calma interior que não tem tamanho. Tudo o que esse homem passou. Eu realmente estou desejando fervorosamente que cada linha deste livro seja verdade!

Quero agradecer ao William P. Youg, por me mostrar a outra face da Trindade (Deus, Jesus e o Espírito Santo). Quero agradecer especialmente por me mostar o quanto somos mesquinhos e o quanto nossas regras e lei nos corrompe, o quanto a luta pelo poder é ridícula e sem fundamento. Nós humanos nunca nos satisfazemos com o amor de Deus. Sempre queremos mais, sempre duvidamos. E quando acontece alguma coisa, a culpa é sempre de DEUS, nunca nossa.

O livro nos mostra que a Trindade, é um relacionamento e não uma hierarquia, onde Deus é severo e superior. Deus é amoroso, gentíl e quando Jesus morreu naquela cruz, ele estava lá, sendo crucificado, e sofrendo juntamente com ele. Deus nunca nos abandona, ele nos ama tanto que nos dá o poder da liberdade e quando finalmente conseguimos nossa tão sonhada “independência” o julgamos perguntando porque nos abandonastes! Deus não se divide entre seus filhos ele se doa por inteiro a cada um de nós. Mas quando estabelecemos prioridades, mesmo que Deus esteja em primeiro lugar, ao decorrer do dia, aconteceram outras coisas de seu interesse e talvez isso mude. Deus não quer o primeiro lugar. Deus quer ser o centro. O centro do seu mundo!

Eu chorei praticamente o livro inteiro, em algumas partes mais e outras menos, mas quase chorei escrevendo esta resenha. Uma pessoa disse pra mim que não gostou do livro, eu fiquei decepcionada agora que li. Pois eu acho que a pessoa que leu e não gostou, não entendeu a verdadeira essência do livro. Não sentiu a presença de Deus em cada parágrafo.

Aprendi muito com o livro e espero que ele seja um bom aprendizado a vocês.

– Perdoar não significa esquecer, Mack. Significa soltar a garganta da outra pessoa.

– Mas eu achava que você esquecia os nossos pecados.

– Mack, eu sou Deus. Não esqueço nada. Sei de tudo. Para mim, esquecer é optar por me limitar. Filho – a voz de Papai ficou baixa e Mack olhou-o diretamente nos olhos profundos e castanhos -, por causa de Jesus, não há agora nenhuma lei exigindo que eu traga seus pecados á mente. Eles se foram e não interferem no nosso relacionemto.

Espero que esse livro transmita a vocês a vida que ele me transmitiu. Tudo o que eu queria escrever ou falar sobre o livro não caberia aqui. Conheçam Deus, como o verbo, que ele é. E aprendam que o amor é a resposta pra tudo!

Beijos, Mila ♥

Sessão Pipoca: Santuário

28 Jul


Sinopse: O líder da expedição é o mergulhador Frank McGuire (Richard Roxburgh) um especialista que explorou as cavernas Esa-ala, do Pacífico Sul, durante meses. Mas quando a sua saída é cortada em uma enchente, a equipe de Frank — incluindo o seu filho de 17 anos Josh (Rhys Wakefield) e o financista Carl Hurley (Ioan Gruffudd) — é forçada a alterar radicalmente os planos. Sem equipamento, a tripulação precisa navegar por um labirinto debaixo d’água até encontrar uma saída. Logo, eles são confrontados com a pergunta inevitável: eles poderão sobreviver, ou eles estarão presos para sempre?

 Santuário é baseado na própria experiência pessoal do Roteirista, Andrew Wright, que esteve próximo da morte quando liderou uma expedição de mergulho e ficou preso em uma caverna embaixo d’água, que teve sua entrada fechada após uma tempestade.

O filme gira em torno da expedição nas cavernas do Esa-ala, Pacífico Sul. Frank, o líder da expedição, está tentando achar uma saída pelo mar, por dentro da caverna. Frank tem um difícil relacionamento com seu filho Josh, que o acompanha em suas expedições contra sua vontade, Josh é um ótimo alpinista, o melhor do grupo, mas cria certa mágoa com as expedições do Pai, primeiro, pelo fato de Josh achar que o pai, só se preocupa com as cavernas dele e segundo pelo fato do pai, obrigá-lo a ir às expedições com ele.

Josh acaba cometendo um grave erro e isso cria uma nova briga com o pai, ele se esquece de re-abastecer os equipamentos dos mergulhadores. Então Frank e Judes (Allison Cratchley) têm que fazer o trabalho que era pra ser feito por ele. Após 17 dias presos na caverna, Judes começa a ficar cansada, e após ter feito a reposição dos equipamentos junto de Frank, ela ficara ainda mais frágil e debilitada. Mesmo após avisos e pedidos constantes dos companheiros para que ela descanse Judes insiste em mergulhar. Frank e Judes vão explorando a caverna cada vez mais fundo e o lugar se estreita a cada avanço, eles acabam deixando os rebreathes para trás, (rebreathes são os tanques reserva, para caso aconteça algo errado com o tanques de ar deles) quando eles finalmente conseguem passar pelo pequeno espaço, eles dão de cara com uma possível saída para o mar, um lugar incrível, simplesmente fantásticos, Frank e Judes se emocionam e Frank dá nome ao lugar, Caverna de Santa Judes. Após a comemoração eles decidem voltar pra seu posto para comemorarem juntos com os outros integrantes da equipe, mas há um vazamento no tanque de Judes, ela se desespera e então começa a se afogar. Em uma tentativa desesperada para salvar a vida da Amiga de Mergulho, Frank tira seu respirador e tenta dividir com ela, a princípio funciona, mas quando ela se desespera, tudo se perde e então Judes morre afogada.

Após a terrível perda, Frank volta á base triste e ainda tem que enfrentar o Filho que o culpa pela morte de Judes, após uma terrível discussão, Frank lembra á Josh que Judes, morreu porque se desesperou e que ela estava esgotada, porque além de estar muitos dias na caverna ela teve que fazer um trabalho que “NÃO ERA O DELA” – Eu achei essa parte muito interessante, porque o filho não pensou em tudo o que o pai fez para ajudá-la, ele só queria culpá-lo. E se tivesse algum culpado pela morte de Judes, com certeza não seria somente o Pai. Com a discussão ninguém se deu conta da tempestade que se aproximava, sem contato com a base que estava acima da caverna, eles só perceberam a tempestade, com os barulhos e quando a caverna começou encher.

Começava a batalha contra o tempo e a natureza, após a única saída ser fechada, Frank e sua equipe, que incluía seu filho Josh e o economista, Carl alterasse a rota de saída em direção ao mar, fazendo com que eles fossem mais fundo por dentro de um labirinto de cavernas subaquáticas para sobreviver. Mas eles não têm muito tempo e a dúvida é saber se conseguirão sobreviver para contar esta história.

O filme é todo feito de detalhes e o grande dilema dele, é a droga da altivez das pessoas, o problema todo foi as pessoas não quererem escutar a verdade, mesmo prestes a morrer, ninguém queria se desfazer de seus desejos e gostos pessoais, para a sobrevivência do grupo, eles estavam em uma situação precária, em que era certo poucos sobreviverem e ainda assim, ninguém quis deixar sua arrogância e prepotência de lado para tentar sobreviver. Josh aprendeu muito com o pai na caverna e como George (Dan Wyllie) disse á ele, antes de morrer, Frank era um grande homem, só era preciso conhecê-lo. Como Josh nunca conviveu profundamente com o Pai, ele só soube disso, quando estavam entre a vida e a morte.

O filme nos ensina uma boa lição de que nem sempre estamos certos e mesmos que estejamos precisamos deixar nosso orgulho de lado. E que uma escolha errada, pode custar a sua vida.

Eu ouvi críticas boas e ruins á respeito do filme, teve uma crítica que me chamou atenção que foi a do Francisco Russo, no site: Adorocinema.com que disse que: “Com belas cenas subaquáticas, ampliadas pelo bom uso do 3D, o filme peca pela fragilidade das subtramas envolvendo os personagens. Vale apenas pelo visual.”

Eu acredito que o drama do filme seja super válido, para nos mostrar o valor das nossas escolhas. Este na minha humilde opinião foi um filme muito bem feito, a história é forte e você se surpreende a cada cena com a tecnologia 3D.

O longa Santuário (Sanctum 3D) é a próxima empreitada em 3D de James Cameron (Titanic e Avatar), após o estrondoso sucesso de “Avatar.”

O filme também tem um site Oficial, vale á pena conferir: http://www.santuariofilme.com.br/

 

Fotos&Fonte: Cinepop.com – Adorocinema.com

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